FALE CONOSCO: (67) 3409 1234

Copasul - Cooperativa Agrícola Sul MatoGrossense
Download NFe/XML Webmail

cg_766x1024

Podemos dobrar o tamanho do agronegócio brasileiro em 5 anos?

21, Mai de 2019
Voltar

Texto: José Luiz Tejon Megido

 

Em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, ocorrerá no dia 28 de maio a abertura da Campo Grande Expo 2019, e será colocado o desafio:

Podemos dobrar o tamanho do agronegócio em 5 anos?

O Brasil está numa recessão do crescimento. Havia uma expectativa de fazer o Brasil crescer 3% ou mais, como disse o economista Paulo Rabello de Castro, mas essas expectativas estão se transformando em 1,7%… e caindo.

O Brasil está pautado por conversas de reformas, de tsunamis no legislativo, com grupos raivosos que destilam a raiva na população brasileira.

Imagine uma empresa onde todo mundo brigasse entre si e ninguém convocasse a empresa para vender mais. E vender mais é o que o Brasil precisa, para crescer os negócios dentro de suas cadeias produtivas com maior potencial.

Para a Campo Grande Expo 2019 foram convidados os presidentes das Câmaras de Negócios da China e Árabe.

Os senhores Charles Tang, presidente da Câmara Brasil China, Dr. Rubens Hannun, presidente da Câmara Árabe Brasileira, significam dois dos três maiores clientes do Brasil.

Nesse debate para dobrar o agro em 5 anos participarão também outras lideranças do agro nacional, como Mauricio Saito, presidente do Sistema Famasul, Alan Fernandes, CEO do Banco Haitong e Dr. Irineo da costa Rodrigues presidente da Lar Cooperativa.

Com esse crescimento estrutural no agronegócio estaríamos multiplicando o faturamento do comércio, dos serviços, do turismo. E para que isso possa ocorrer, precisaríamos também abrir o país para as compras e reforma tributária, que permita competitividade justa para nossas indústrias.

Dessa forma, precisamos colocar metas de vendas no Brasil, com estratégias e termos táticas comerciais, como costumamos fazer nas empresas bem sucedidas.

Quem não vende, corta despesas, desde o cafezinho até as demissões. Ou dobramos o agronegócio ou o Brasil se dobra na recessão do crescimento.